Moda

Tudo o que você não sabia sobre a bolsa Cour Marly, da Louis Vuitton

Nicolas Ghesquière presta homenagem ao início da história da grife evocando a figura do baú.
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PASSADO PRESENTE 
Para desenhar a Cour Marly, Nicolas Ghesquière, diretor criativo da Louis Vuitton, foi buscar referência nos baús que deram origem à história da grife parisiense. Deles, manteve a ideia de um desenho estruturado e usou detalhes como os cadeados, que aparecem como fecho, e as tachas de metal, que eram colocadas em suas partes inferiores e surgem na bolsa em posição parecida.

PROCESSO ARTESANAL
As alças, que ganharam um tingimento manual, são removíveis e aparecem em dois tamanhos. Também são aplicadas à mão as tachas e o fecho. O uso dos metais aparece ainda para dar um toque rocker à peça de shape clássico e feita em couro de vitelo. 

 

CONTEXTO
A bolsa é parte da coleção de Inverno 2017 da maison, já à venda no Brasil, que fala sobre nomadismo e ausência de fronteiras. Na linha, referências aos universos feminino e masculino se misturam, assim como natureza e cidade, dia e noite. As peças foram apresentadas no Cour Marly, um dos principais espaços do Museu do Louvre, em Paris, que dá nome à bolsa e é definido pela grife como um lugar sem fronteiras.

Fotos: Divulgação

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