Cultura

Inspiradora! Conheça a história de Ruth Bader Ginsburg

A L’Officiel presta homenagem a juíza americana da Suprema Corte que faleceu no último 18 de setembro
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Foto: Reprodução/ Twitter

Não há dúvidas de que Ruth Bader Ginsburg se tornou uma grande inspiração para pessoas do mundo inteiro, se tornando a segunda mulher a servir a Suprema Corte dos Estados Unidos, e a primeira judia, ocupando o cargo ao ser nomeada por Bill Clinton. Sua carreira, marcada pela luta pelo direito das mulheres e de minorias, a transformou em uma verdadeira admiração. Hoje, a L’Officiel presta homenagem a esta brilhante mulher que faleceu na sexta, 18, após uma longa batalha contra o câncer.

 

“Ela era brilhante e tinha uma boa cabeça sobre os ombros. Ela era rigorosa, mas de coração caloroso. Ela tinha um bom senso de humor e uma filosofia judicial sensível e alcançável" revelou Clinton recentemente.

Nascida no Brooklyn, no dia 15 de março de 1933, Ruth era filha de pais imigrantes judeus e, ao longo de sua vida ela traçou conquistas marcantes. Ela entrou na Cornell University com uma bolsa integral e se tornou bacharel em governo no ano de 1954, se tornando a primeira de sua classe. 

 

Foi na faculdade em que ela conheceu Martin D. Ginsburg. Todo o relacionamento deu tão certo que eles se casaram apenas 9 dias depois de Bader se formar, estando ao lado de seu amado durante 56 anos, até a morte dele. O casal teve dois filhos, Jane e James.

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Foto: Reprodução

Ruth ingressou ainda na Harvard, estudando direito. Ela era uma das nova mulheres de sua classe e se tornou a primeira mulher a atuar na revista Harvard Law Review. Ela terminou seus estudos na Columbia, acompanhando o seu marido que havia sido transferido para um trabalho em Nova York.

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Foto: Reprodução/ Twitter @billclinton

Ela esteve presente na primeira vez em que a Corte dos Estados Unidos derrubou uma lei por causa de discriminação de gênero, no caso Reed x Reed. O caso foi marcado pela retirada da lei que dava preferência a homens para a administração de bens de pessoas que morriam sem testamento.

Em 1993 ela se tornou Juíza Associada da Primeira Corte dos Estados Unidos e, não deixou de brilhar em seu cargo. Ela foi a favor da legalização do aborto, do casamento lgbt, escreveu a opinião no caso Estados Unidos versos Virginia que esteve contra a política que só homens poderiam entrar no Instituto Militar de Virginia e esteve do lado das minorias em diversas ocasiões. Inspiradora!

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