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Obsessão por leitura: As 4 curiosidades sobre Michael Jackson

O cotidiano do rei do pop marcado por fatos que nem sempre foram ao conhecimento do público.
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1. Paranoia:

De acordo Bill Whitfield e Javon Beard, seguranças de Michael Jackson de 2006 até sua morte em 2009, o cantor constantemente se sentia perseguido e espiado e temia que suas conversas e gestos fossem gravados ou filmados. Fazia parte da rotina dos seguranças inspecionar todos os hotéis e camarins antes da entrada do astro. Amigos de Michael também contaram que, em seus últimos meses, o cantor se sentia ameaçado e temia que algo de ruim lhe acontecesse a qualquer momento.
 

2. O conforto do chão:

Apesar de ter uma cama de tamanho normal, Michael Jackson preferia dormir no chão. Foi assim que certa vez a cozinheira brasileira Remi Vila Real encontrou o astro para quem trabalhava em uma de suas mansões. Como justificativa, Michael dizia que a cama era muito alta para ele. Esse hábito também chamava a atenção de outras pessoas, como Freddie Mercury. Segundo Peter Freestone, ex-assistente do vocalista e líder do Queen, certa vez Freddie perguntou a Michael sobre o porquê de não colocar um colchão no chão de seu quarto, ao invés de comprar cama. A resposta de Michael foi de que se sentia melhor estando mais próximo da terra – o que reforça sua faceta naturalista.

3. Pseudônimos:

Para evitar a exposição a que seus filhos estavam sujeitos e da qual também foi vítima em sua infância, Michaek Jackson impôs uma série de exigências aos funcionários que trabalhavam diretamente com as crianças – babás, seguranças e motoristas. Dentre as medidas de proteção aos filhos, não apenas determinou o uso de máscaras todas as vezes em que as crianças saíssem de casa, como também evitava que elas usassem seus nomes reais fora do ambiente privado. Para isso, o cantor costumava estabelecer contratos de matrículas nas escolas, nos quais determinava que os responsáveis pelas instituições de ensino apresentassem seus filhos aos outros alunos com nomes diferentes dos registrados. Por esse motivo, Prince II, filho caçula de Jackson, chegou a sofrer bullying e passou a se apresentar como “Bigi”, ao invés de “Blanket” (cobertor em inglês), como lhe havia sido designado.
 

4. Leituras constantes:

A paixão pela literatura e por histórias contribuiu para a ecleticidade da obra de Jackson, que sempre buscou conhecer ao máximo o universo das artes. Conforme consta na biografia The Time: Protecting Michael Jackson in His Final Days, o astro tinha o costume de ir a livrarias, nas quais gastava por volta de US$5mil. Uma ida em famosa livraria de Las Vegas, em 2007, gerou ao cantor o gasto de US$100 mil, em livros para ele e para os filhos. Bob Sanger, ex-advogado de Michael, relata que nos momentos de viagem durante as turnês, o cantor tinha o hábito de ler obras de Psicologia, Sociologia e de temática racial. A biblioteca do cantor era composta de mais de 10 mil livros.  

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