Hommes

'Estão tentando me matar!' Afirma Michael Jackson em diário secreto

As reflexões do artista dentre as páginas revelam seu desespero em ser "o melhor de todos os tempos" e "imortalizado"
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Foto: Reprodução / Instagram @michaeljackson

Há mais de uma década após sua morte, Michael Jackson ainda movimenta o showbiz. Nesta semana, o jornal Daily Mirror publicou passagens do livro de Dylan Howard ‘Bad: An Unprecedented Investigation into de Michael Jackson Cover-Up’ lançado na última terça-feira (7), contendo supostos trechos de um diário pessoal do eterno Rei do Pop.

Esta poderia ser a notícia principal, afinal, um diário contendo informações pessoais e escritas pelo próprio Michael seria grande o bastante para alimentar a mídia por semanas. No entanto não acaba por aí! O livro, que também traz referência às acusações de abuso sexual infantil no qual o cantor esteve envolvido durante toda sua vida - e também depois da morte, fala sobre o desejo obsessivo de Jackson com a imortalidade.

“Se eu não concentrar no cinema, não vou conseguir me tornar imortal”, reflete o cantor em suas páginas secretas.

Ele também parecia bem focado em se tornar o "primeiro ator e diretor multimilionário de entretenimento" e pretendia realizar o desejo com um lucro de US $ 20 milhões semanais. Como? Parcerias com a Nike, Cirque du Soleil, refazendo filmes clássicos da história do cinema, como 20.000 Léguas Submarinas e A 7ª Viagem de Sinbad, e shows em Las Vegas.

Reafirmando sua paranóia muito comentada pela mídia ainda em vida, o diário deixa claro o medo que Michael tinha das pessoas em sua volta, chegando a escrever que poderiam estar tentando matá-lo. ''Receio que alguém esteja tentando me matar, há pessoas más em todos os lugares. Eles querem me destruir e levar minha editora. O sistema quer me matar pelo meu catálogo''.

O livro também mostra como ele estava tentando retomar o controle de seus bens e cortar administradores que o faziam suspeitar de tirarem vantagens da situação, citando seu próprio contador Tohme R. Tohme. 

Colocando um ponto final em quaisquer dúvidas sobre sua morte - estas que giram em torno de assassinado, suicídio ou apenas uma fatalidade - ele cita seu médico particular, Conrad Murray.

"Conrad deve praticar agora, não posso estar cansado!". 

Murray, quem administrava seus remédios até seu último dia de vida, chegando até a ser um suspeito perante o acontecido repentino, prescrevia a Michael grandes doses de analgésicos, fazendo com que seu corpo acostumasse e não obtivessem o efeito necessário. Assim, o cantor  exigiu ser administrado por via intravenosa. Um erro fatal. 

 

Segundo o jornalista australiano e autor do livro, Dylan Howard, embora os fatos da morte de Jackson não sejam suicídio, eles claramente revelam um homem sobrecarregado, angustiado e que se matou lentamente através do uso de drogas lícitas.

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