Gastronomia

Sangue Oriental: 4 receitas de Bloody Mary para você testar nessa quarentena

Receita clássica da coquetelaria, o bloody mary ganha novas versões com ingredientes vindos do oriente, que vão além da vodca, suco de tomate, molho inglês e tabasco
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Foto: Edu Cesar

No Izakayada, um boteco japonês localizado no bairro da Liberdade, em São Paulo, o bloody mary, assim como todas os drinques clássicos do cardápio, passou por uma releitura ao incorporar elementos japoneses. Nessa versão, ele leva o nome de Bloody Mariko e é feito com saquê no lugar da vodca. Em vez da pimenta tabasco, sriracha e wasabi, e para substituir o molho inglês, shoyu.

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Foto: Edu Cesar

O The Bowl, no ItaimBibi, em São Paulo, traz nas pimentas utilizadas as influências asiáticas. O tabasco dá lugar à pimenta coreana Gochujang, que é fermentada e traz um sabor adocicado. Na borda, além do sal e da pimenta-do-reino, é adicionada a pimenta japonesa sansho, que tem um perfume bem característico. Para complementar, suco de tomate, limão, molho inglês e vodca.

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Foto: Edu Cesar

No restaurante Nakka, em São Paulo, o drinque tem como base a receita tradicional, com pequenas adições para aproximá-lo à proposta da casa. Além dos ingredientes-base, são adicionados vinho malbec, pimenta dedo-de-moça, salsão e manjericão ao mix, bem como uma seleção de especiarias orientais. O suco de tomate, que é artesanal, é feito com alecrim, tomilho e sal de ervas.

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Foto: Edu Cesar

O bartender Gilvan Alves, do restaurante Mytho, produz sua releitura do bloody mary, o Bloody Tokyo, com saquê, shoyu e pimenta chipotle defumada. O suco de tomate, feito na casa, é temperado com sal rosa, tomilho, manjericão e alecrim. A apresentação do drinque também leva influências orientais, sendo feita com um minitemaki de camarão no copo.

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