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Saiba quais são os uniformes mais fashion da Copa 2018

Sem perder nenhum lance, elegemos os modelos que estão bombando dentro e fora dos campos
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Durante a Copa do Mundo da Rússia, as 32 seleções classificadas têm mostrado muito mais do que futebol. Os uniformes – pelo menos para os fashionistas – são itens obrigatórios para serem analisados e, claro, escolhidos como os queridinhos dos closets fora das quatro linhas.

 

Dito isso, vale alertar que os lançamentos das grifes esportivas vão muito além de exibir inovações tecnológicos – o design, as texturas e os coloridos revisitados viraram curingas para conquistar os boleiros mundo afora (e só
como lembrete, em muitos casos, muitooooos mesmos, são as indumentárias reservas que merecem os olhares da multidão!). Veja quem merece entrar em campo na nossa convocação.

Templo do tango 

Eles são raçudos, catimbeiros e chegam a ser melodramáticos – mas como não amar os vizinhos argentinos? Mesmo com Maradona louco para ser Pelé, e nunca ter contado com a simpatia dos brasileiros, bastou nascer Lionel Messi, o cara mais genial do Barcelona, dono de algumas Bolas de Ouro e portador de Síndrome de Asperger, para o mundo se render ao azul e branco dos Pumas. 


O uniforme tradicional perde de lavada para a camisa número dois: preta, com as três listras brancas da Adidas cravadas nos ombros e desenhos geométricos nas laterais, em azul-claro. Pena que não o veremos mais nesta Copa...

 

O bate o pé! 

Outro caso sério que todo brasileiro tem é com Portugal. País de gastronomia impecável, cartões-postais maravilhosos e gente pra lá de bacana – e nem chegamos ao ídolo pop Cristiano Ronaldo. Ok, mesmo que ele usasse regata surrada com bermudão de náilon, seria impossível não zapear o gajo com o canto dos olhos! Mas é
com o traje principal, vermelho-tomate e gola verde (no melhor estilo emprestado da tarantela napolitana), que ele fica absolutamente irresistível.

Diferenças que unem

Há apenas uma estrelinha cintilando na camisa francesa, entretanto, o futebol da esquadra Bleu faz tremer até experientes campeões. Mas nesta edição dos jogos, quem faz sucesso mesmo é a segunda opção, que aparece paginado pelo branco-mescla e o galo azul-marinho bordado do lado direito. A Nike, fornecedora do material esportivo, batizou a campanha da França de “Nossas diferenças nos unem”, uma clara alusão a ascendência dos
jogadores, muitos deles filhos e netos de imigrantes.

Peça-chave

O Japão por pouco não deixou a Bélgica no vácuo e tomou para si a vaga nas quartas-de-final. Fez uma campanha cheia de gás e que vai entrar para a história, assim como a sua camisa – de novo – número dois. Longe do azulão titular, a blusa reserva é branca, tem as listras da Adidas nos ombros, o brasão do lado direito, bandeira do País em lugar de destaque e detalhes na cor laranja. Uma lindeza!

Red Devils

A Bélgica, que passou sufoco com Haraguchi e Takashi Inui, ainda vai desfilar a sua indumentária infernal pelos campos russos (e bem na cola do Brasil). Chamados de Diabos Vermelhos pelos torcedores, os jogadores adoram o uniforme principal: uma réplica da camisa de 1984, que incendiou a Eurocopa, e que traz o rouge pontuado por xadrezes amarelos que emolduram a escuderia do País. O calção preto dá um toque sofisticado ao visual. É para
redobrar a atenção com Hazzard, Lukaku e Fellaini.

Donos da bola 

Envolvidos recentemente no maior escândalo do esporte mundial – que alterava o resultado da amostra de dopping dos seus atletas – a Rússia, que não conta com nenhuma relevância no futebol moderno, tem avançado casa por casa como num tabuleiro de xadrez (essa, sim, uma modalidade que eles dominam!). A camisa principal, um revival da beca usada pela União Soviética, em 1988, é ofuscada pelo modelito branco, com microquadriculados prateados, gola e listras azul-marinho, com a águia dourada de duas cabeças e São Jorge ao centro (padroeiro do País e do Corinthians!).

Influência global

Também representante do Oriente, a Coreia do Sul merece se tornar a nova sensação mundial não apenas pelos dois gols que despacharam de vez os alemães da Copa, mas pelo bom gosto apresentado nos 90 minutos de cada partida. O vermelho vem com o equilíbrio do Yang e o escudo modernizado. A segunda versão é tramada sobre o branco e mantém a égide contemporânea, com o Ying a todo vapor. Dica fashion para bombar nos próximos quatro
anos e atazanar os “muy amigos” germânicos!

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