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O que você precisa saber antes de adotar o veganismo

Quais são os cuidados a não serem esquecidos antes de erradicar os alimentos de origem animal da sua vida?
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Quando o assunto é alimentação vegetariana/vegana as opiniões dividem-se na balança de argumentos em que pesam tanto questões éticas como questões de saúde. Fato é que sendo "moda", "filosofia de vida" ou apenas o desejo de desfrutar ao máximo e melhor do que os alimentos tem a nos oferecer, existem cuidados que não podem deixar de serem levados em consideração quando a alteração de cardápio se torna uma realidade.

Independente da opção de cada um, há um argumento que não há mais como não concordar: o veganismo ou vegetarianismo não tem mais a ver com pratos feitos apenas de alface ou legumes básicos. Apesar disso, muitos mitos como os do "sem sabor", "restritivo" e até "ruim para quem treina de verdade" sobre a opção green persistem.

No final, o fato é que qualquer tipo de regime alimentar tem os seus benefícios bem como os seus malefícios, certo? Pensando nisso, contamos um pouco aqui sobre aquela que já é a decisão de muitas pessoas ao redor do mundo.

Existe um segredo para começar a adotar a prática?

De acordo com nutricionistas, o primeiro passo para um veganismo saudável, inteligente e sem carências teria a ver com escolhas e combinações alimentares informadas, isto é, acompanhadas por profissionais do ramo. A consulta com um especialista é sempre fundamental para que uma melhor adaptação dos alimentos ao estilo de vida e organismo de cada um seja feita, e não ao contrário.

Depois disso, aí sim começar a experimentar. Começar a introduzir cada vez mais vegetais na alimentação, experimentar cereais diferentes como alternativa aos óbvios arroz, batata e massas. Comer leguminosas e frutos secos no lugar de dos lanches tradicionais também são boas formas de começar.

Como deve ser feita a mudança?

Será que vale a pena um dia acordar, ir ao nutricionista e mudar radicalmente a forma na qual nos alimentamos? Segundo os mesmos especialistas da área, isso depende. Cada pessoa é uma pessoa, e há quem tenha muita facilidade de cortar alimentos de origem animal de um dia para outro, mas outras que tem dificuldade e devem seguir o seu próprio ritmo sem se preocupar em ser radical.

O principal nesta transição seria abrir o leque de opções de alimentos. Esta é uma boa maneira de sentir que não está perdendo nada, e sim, na verdade, se aventurando em um novo e interessante mundo cheio de novos sabores e texturas. O ideal para cada um nesta hora é realmente lembrar-se da frase "cada caso é um caso", ouvir o próprio corpo e ir dando passos no momento certo, um de cada vez.

A importância de consultar um nutricionista ou nutrólogo especializado em dietas vegetarianas/veganas que indique as melhores trocas e escolhas a fazer continua sendo enfatizada pelos profissionais do ramo. Além disso, uma avaliação médica continuada de valores de ferro e vitamina B12, por exemplo, são fundamentais. Isso porque esta vimita é a responsável por nos manter sem anemia e longe de problemas cardiovasculares, por exemplo. Como ela é fundamentalmente encontrada nas carnes vermelhas, deverá ser reposta através de suplementação natural.

O corpo e o planeta Terra agradecem

Para alguns estudiosos, a alimentação vegetariana ou vegana são inevitáveis no futuro a partir da insustentabilidade dos atuais padrões de consumo de carne que está nos levando a um esgotamento dos recursos do planeta Terra. O veganismo e vegetarianismo são escolhas para poupar a saúde do corpo, mas também a vida dos animais e os recursos do mundo.

Fora o papel fundamental de ajudar o nosso meio-ambiente, os especialistas do ramo em geral também garantem que a adoção desta alimentação permite uma saúde mais resistente, muito mais energia, um coração mais protegido, uma pele mais jovem e brilhante, cabelos e unhas menos quebradiços, dentre outros diversos benefícios.

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