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Proteção solar: descubra 7 mitos e verdades

Com a ajuda de um especialista, desmistificamos algumas questões importantes envolvendo o sol e nossa pele
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Foto: Reprodução / Instagram @alessandraambrosio

Atualmente todos sabemos sobre os danos que a radiação solar pode causar em nossa pele e a importância da fotoproteção para preveni-los. Além disso, as formas de fotoproteção têm se tornado mais amplas, sendo possível encontrar protetores em pó, spray, bastão, creme, gel, entre outras formulações. Porém, muitas pessoas ainda possuem algumas dúvidas em relação ao assunto. Para esclarecer as maiores dúvidas sobre o tema, o dermatologista Dr. Daniel Cassiano explicou os principais mitos e verdades relacionados à fotoproteção. Confira!

Protetor solar não precisa ser usado em dias nublados: MITO!

Ainda que os níveis de radiação solar sejam geralmente maiores quando não há presença de nuvens, eles podem variar bastante. Por exemplo, enquanto nuvens escuras são capazes de impedir quase totalmente os fluxos de radiação, nuvens menos espessas e mais claras promovem apenas uma atenuação parcial. Existem situações específicas ainda, como a presença de nuvens cumulus ou cirrus, que podem intensificar a radiação solar, tornando os níveis superiores àqueles observados em dias de céu limpo. Devido a essa grande variabilidade, não é possível fornecer um parâmetro ou um percentual de atenuação da radiação UV pela nebulosidade, o que torna o uso do foto protetor indispensável mesmo em dias nublados.

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Fotos: Reprodução / Instagram @hilaryduff

O protetor solar causa acne: MITO!

Atualmente existem produtos com veículos não comedogênicos, ou seja, que não provocam acne. Segundo o médico, o ideal então é que pacientes com a pele oleosa optem por protetores solares em gel ou gel-creme que sejam formulados com substâncias que ajudem a absorver a oleosidade durante o dia, como a sílica. É possível até mesmo encontrar produtos que contêm substâncias anti-inflamatórias, como o gluconato de zinco, que auxiliam no tratamento da acne.

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Foto: Reprodução / Instagram @gisele

É preciso esperar que o protetor comece a agir antes de se expor ao sol: VERDADE!

A aplicação inicial do foto protetor deve ser estratégica para garantir o sucesso da fotoproteção.

“Estudos para determinação de FPS e PPD-UVA mostraram ser necessário um intervalo de, no mínimo, 15 minutos entre a aplicação do produto e o início da exposição para que a fotoproteção seja eficaz. Mas já existem protetores solares que demonstram sua efetividade logo após a aplicação, sem ser necessário o intervalo de 15 minutos. Por isso, o ideal é pedir uma recomendação do dermatologista sobre a melhor maneira de utilizar cada produto”, destaca o especialista.

Outro aspecto importante na hora de aplicar o foto protetor é a uniformidade da aplicação, evitando que algumas áreas sejam esquecidas ou que haja aplicação insuficiente do produto. Por esses fatores, recomenda-se que o foto protetor seja aplicado, de preferência, antes do início da exposição ao sol e, no caso do corpo, com a menor quantidade possível de roupas.

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Foto: Reprodução / Instagram @alessandraambrosio

É fundamental a reaplicação do protetor solar após contato com a água: VERDADE!

Os protetores solares passam por testes de resistência à água para avaliar se são capazes de manter a eficácia mesmo após longos períodos de imersão. Essa avaliação é especialmente importante para produtos destinados à exposição intencional ao sol, como a realização de atividades aquáticas e práticas esportivas. ''Mas, mesmo que o protetor solar seja resistente à água, solicitamos que o paciente sempre reaplique o produto após se molhar para realmente garantir sua eficácia”, recomenda o Dr. Daniel

 

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Foto: Reprodução / Instagram @laisribeiro

O filtro solar com cor protege mais a pele do que a versão tradicional: VERDADE!

Isso acontece porque a tonalidade do filtro solar é proporcionada pela presença de óxido de ferro na composição, substância capaz de absorver a radiação visível do sol.

''Hoje, sabemos que a luz visível tem uma participação importante no processo de pigmentação da pele, favorecendo o desencadeamento de dermatoses pigmentárias, como melasma e hipercromia pós-inflamatória”, diz o médico.

Usar maquiagem com fator de proteção solar dispensa o uso do filtro: MITO!

Geralmente, o FPS das maquiagens é muito baixo, sendo insuficiente para proteger a pele. Então, para quem usa maquiagem, o ideal é optar por um protetor solar com cor de alta cobertura, que, além de ser eficaz na proteção, também atua como base.

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Fotos: Reprodução / Instagram @jastookes

Apenas pessoas de pele clara precisam utilizar protetor solar: MITO!

Todos devem realizar a fotoproteção diariamente. A diferença é que, dependendo do tom da pele, a proteção precisa ser maior ou menor, mas sempre deve existir. No geral, pessoas de fototipo 1 (Pele clara + sardas) ou Fototipo 2 (Pele clara + cabelo loiro) precisam de uma megaproteção (FPS 50+). No caso de fototipo 3 (Pele clara + cabelos castanhos) ou fototipo 4 (Pele morena + cabelos castanhos), é indicada uma superproteção (FPS 30 ou 50). Por fim, fototipo 5 (Pele morena mais escura) ou Fototipo 6 (Pele negra) precisam de uma proteção eficiente (FPS 30).

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Foto: Reprodução / Instagram @iza

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